O que aconteceu
Oftalmologistas têm observado um aumento de casos de olho seco em consultórios de oftalmologia pediátrica associado ao uso excessivo de celulares e tablets por crianças e adolescentes. Segundo a Agência Brasil, o uso prolongado de telas pode reduzir a frequência de um hábito simples e involuntário — o de piscar —, o que favorece a condição.
Por que isso importa
O olho seco é caracterizado pela lubrificação insuficiente da superfície ocular, decorrente de pouca produção de lágrima ou de sua evaporação excessiva. Os sintomas incluem sensação de areia nos olhos, ardência, coceira, vermelhidão e visão embaçada — desconfortos que podem passar despercebidos em crianças pequenas, que nem sempre sabem descrever o que sentem.
O que ainda não sabemos
O resumo disponível não cita números de prevalência nem estudos específicos que quantifiquem a associação entre tempo de tela e olho seco em crianças — trata-se de uma observação clínica relatada por especialistas, não de um levantamento com metodologia detalhada. Para orientação sobre sintomas específicos, o caminho é consultar um oftalmologista pediátrico.
Fontes
Imagem ilustrativa licenciada via Pexels. Foto: Vitaly Gariev / Pexels
Fonte original: Agência Brasil Ler na fonte →



